Como os olhos no espelho, dois.
Todo em par, no paradoxo de ser só
Sendo de alguém
Por eras antigas no encontro no sono e sorte
Sendo de ti,
Por eras infinitas de abraço e sorte
Sendo de ti e em dobro.
Par, na solidão ambígua da lacuna
Na satisfação plena de esperar por toda a pena
Na pena da lida,
Na pena da espera de um dia amar
Em dobro.
Par nos fonemas, no signo, na carta,
No sexo,
No cheiro do corpo duplo
No colo
Na vida plena.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
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