E porque não me tomaste
Serás sempre o que não foi:
Um presente.
E porque só foste
Sou muito mais
Algo igual ao inteiro.
Afora a melancolia de infinitas idas
E em paz,
Algo diferente.
segunda-feira, 21 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Da Fé Histórica
Temos que conviver com o desprezo alheio
O desinteresse.
Sempre verdes!
Pois o vento não nos despreza,
Nem o sol, nem as madrugadas.
Muito menos os versos.
Temos que sorrir ao passar indiferente do outro
Olhando pras árvores de todo o caminho
De ida e de volta.
Temos que estar crentes
Nas bênçãos do ar, da terra da água.
Do fogo e do amor abundante e permanente
Que reside no estar vivo.
O desinteresse.
Sempre verdes!
Pois o vento não nos despreza,
Nem o sol, nem as madrugadas.
Muito menos os versos.
Temos que sorrir ao passar indiferente do outro
Olhando pras árvores de todo o caminho
De ida e de volta.
Temos que estar crentes
Nas bênçãos do ar, da terra da água.
Do fogo e do amor abundante e permanente
Que reside no estar vivo.
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