Hoje teremos sorte, pois ainda estaremos juntos,
Concordaremos em dizer Não e Sim na hora exatas:
Seremos nós e um do outro.
Teremos tempo: viver é respirar pele e beijo.
Hoje não teremos medo,
Dormiremos nós nos jardins um do outro.
quarta-feira, 27 de junho de 2007
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Insônia
Se pensas que me enganas
com um pote de mel
e cestas cheias de girassóis,
se engana tu, doce língua entre os dentes.
sei de teus planos
e quais deles puseste em prática,
na lua ou depois que me juraste eterno amor.
Eu ví e ouvi coisas que a noite me disse.
só não tive coragem de abrir a janela,
mas se brincar ainda hoje vejo tu me explicares
o inexplicável.
enquanto isso durmo em teu colo
e aceito o mel que trazes
e talvez, os girassóis.
com um pote de mel
e cestas cheias de girassóis,
se engana tu, doce língua entre os dentes.
sei de teus planos
e quais deles puseste em prática,
na lua ou depois que me juraste eterno amor.
Eu ví e ouvi coisas que a noite me disse.
só não tive coragem de abrir a janela,
mas se brincar ainda hoje vejo tu me explicares
o inexplicável.
enquanto isso durmo em teu colo
e aceito o mel que trazes
e talvez, os girassóis.
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Pétalas
Tuas mãos maravilhosas
Se abrem como flores
No ápice da primavera –
Teus dedos, pétalas.
Doce perfume intenso
Tuas digitais coloridas
Num campo – flor de
[meu corpo...
Desabrocho todos os meus sentidos
Sou todo pólen e flor –
Desejo daquele que colhe rosas
E as espalha pela vida afora.
Se abrem como flores
No ápice da primavera –
Teus dedos, pétalas.
Doce perfume intenso
Tuas digitais coloridas
Num campo – flor de
[meu corpo...
Desabrocho todos os meus sentidos
Sou todo pólen e flor –
Desejo daquele que colhe rosas
E as espalha pela vida afora.
Solidão
Quem de nós,
Náufragos de nós mesmos
Não esquecemos nossa nau
Nos portos perdidos da vida...
De braços ancorados no futuro,
Navegamos tendo o coração à frente:
O amor é que nos enxerga,
E a ele enxergamos.
Depois, cansados de tudo,
Ancoramos nosso conturbado
[ coração
nas águas escuras do tempo.
Que sabe um dia,
Livre dos rochedos
Cortantes do outro,
Feridos de inúmeras tempestades,
Ganharemos asas.
E voaremos tendo nuvens como
[ obstáculos,
e o mar azul,
visto do alto,
parecerá um infinito
céu azul –
repetição da visão de cima
confirmação da paz de dentro.
Náufragos de nós mesmos
Não esquecemos nossa nau
Nos portos perdidos da vida...
De braços ancorados no futuro,
Navegamos tendo o coração à frente:
O amor é que nos enxerga,
E a ele enxergamos.
Depois, cansados de tudo,
Ancoramos nosso conturbado
[ coração
nas águas escuras do tempo.
Que sabe um dia,
Livre dos rochedos
Cortantes do outro,
Feridos de inúmeras tempestades,
Ganharemos asas.
E voaremos tendo nuvens como
[ obstáculos,
e o mar azul,
visto do alto,
parecerá um infinito
céu azul –
repetição da visão de cima
confirmação da paz de dentro.
Regra nº 03
Namorar, indicativo da família amar,
Ou prelúdio deste – algo que não se conjuga,
Apenas se ama, até não se sabe quando –
Mistério é o tempo futuro.
Das classes gramaticais de minha cama,
Reina absoluto, verbo irregular
De todas as minhas vontades:
Se eu pudesse, amaria pra sempre
Ou nunca teria amado.
Namorar, coletivo de várias horas, meses, anos
De abraços e beijos e cantigas
E mais palavras do mesmo sentido,
Outros verbos de forças desconhecidas que me impele ao outro.
Se pesa no teu colo, mais do que minha cabeça em repouso,
Pega outra deste dicionário, que é meu coração:
Revira os fonemas de cabeça pra baixo,
Cria tua própria etimologia
A ciência vaga de aprender a cada beijo
O conceito primitivo dos braços dados
Das mãos enlaçadas desta manhã de janeiro,
Verbo infinitivo e infinito de todos os meus dias.
Ou prelúdio deste – algo que não se conjuga,
Apenas se ama, até não se sabe quando –
Mistério é o tempo futuro.
Das classes gramaticais de minha cama,
Reina absoluto, verbo irregular
De todas as minhas vontades:
Se eu pudesse, amaria pra sempre
Ou nunca teria amado.
Namorar, coletivo de várias horas, meses, anos
De abraços e beijos e cantigas
E mais palavras do mesmo sentido,
Outros verbos de forças desconhecidas que me impele ao outro.
Se pesa no teu colo, mais do que minha cabeça em repouso,
Pega outra deste dicionário, que é meu coração:
Revira os fonemas de cabeça pra baixo,
Cria tua própria etimologia
A ciência vaga de aprender a cada beijo
O conceito primitivo dos braços dados
Das mãos enlaçadas desta manhã de janeiro,
Verbo infinitivo e infinito de todos os meus dias.
Regra nº 02
Que nome pode ser chamado,
O ser quase amado,
Pois de tanto querer, se perde
Neste querer e no medo?
Há muitos nomes para ser chamado:
"Amor Meu", digo em segredo.
Que nome chamo nestes olhos e dentro deles,
E outros, que repousam sem sossego.
E se rebelam, escapando pela boca,
E depois se calam, escorrendo pelos dedos?
É de todos os nomes este sentido
E o guardo em zelo
Nos olhos que olham, chamando de Amor,
Na boca que não chama, mas que o chama, neste beijo.
O ser quase amado,
Pois de tanto querer, se perde
Neste querer e no medo?
Há muitos nomes para ser chamado:
"Amor Meu", digo em segredo.
Que nome chamo nestes olhos e dentro deles,
E outros, que repousam sem sossego.
E se rebelam, escapando pela boca,
E depois se calam, escorrendo pelos dedos?
É de todos os nomes este sentido
E o guardo em zelo
Nos olhos que olham, chamando de Amor,
Na boca que não chama, mas que o chama, neste beijo.
Regra nº 01
Existe regra pra beijar na boca?
Do rubro desejo, do toque lábio?
Do úmido calor, língua e saliva?
Do fogo, cama e depois a flor?
Pois de boca e néctar sabem as borboletas -Tudo é flor e beijo.
É dos amantes a regra, porém, amar.
Assim como das borboletas, depois do beijo, voar...
Do rubro desejo, do toque lábio?
Do úmido calor, língua e saliva?
Do fogo, cama e depois a flor?
Pois de boca e néctar sabem as borboletas -Tudo é flor e beijo.
É dos amantes a regra, porém, amar.
Assim como das borboletas, depois do beijo, voar...
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