Sabem de mim sete estrelas
De várias naturezas:
As que conhecem o céu claro
E o negror da noite,
E as que se movem no pacífico e no atlântico
entre corais de sal
E também aquelas primeiras,
Antes da formação do mundo,
Que observavam o fogo – a primeira centelha
As primeiras caravelas partirem de casa
Rumo ao Continente Desconhecido.
Sete estrelas de azul e ar
Que antes faziam os rumos
O céu a cartografia.
Dizem do sul e do norte,
E também falam do meu amor
Falam que eu amo infinito e assim sou:
Ser de estrelas antigas como o mundo.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
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Um comentário:
Muito bonitas as suas poesias!
Vou ficar visitando sempre o seu blog.
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