Te proponho,
com o ar sóbrio
dos maduros
e a impaciência dos adolescentes
que sejamos um,
aquele um tanto
de dois
em muitos, em tantos dias
(Casamento é coisa séria,
meu amor,
é ter que perdoar o outro ser e ser, e ser - dia após dia
dia de conhecer
ao dormir e acordar)
Te proponho
sermos práticos
e maravilhados
em sermos nós
ricos
rindo
de tantos sonhos.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Confissão
Confissão
Sei que tenho defeitos
E não esqueço deles
Apesar de esquecer quase de tudo nessa vida
Menos de meu amor por ti,
Este é selvagem e indelével
Diz nunca ao esquecimento
Mas também sou descansado
Espero algumas vezes na maioria acontecer
Mas não há mal melhor
Do que descansar em ti
E esperar que tuas nuvens embalem meu sono
Tenho muitos defeitos
Mas te amo voraz,
Como a fome dos loucos
E serenamente,
Como a prece dos santos
Te amo cheio de defeitos –
Às vezes não presto atenção -
Mas se olho pra ti
Quase que vejo o futuro:
Eu e tu, mãos dadas e calados
Diante da janela aberta
Olhos descansados
E nos perguntando se amanhã vai chover.
Sei que tenho defeitos
E não esqueço deles
Apesar de esquecer quase de tudo nessa vida
Menos de meu amor por ti,
Este é selvagem e indelével
Diz nunca ao esquecimento
Mas também sou descansado
Espero algumas vezes na maioria acontecer
Mas não há mal melhor
Do que descansar em ti
E esperar que tuas nuvens embalem meu sono
Tenho muitos defeitos
Mas te amo voraz,
Como a fome dos loucos
E serenamente,
Como a prece dos santos
Te amo cheio de defeitos –
Às vezes não presto atenção -
Mas se olho pra ti
Quase que vejo o futuro:
Eu e tu, mãos dadas e calados
Diante da janela aberta
Olhos descansados
E nos perguntando se amanhã vai chover.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Calendário
Será que foi novembro, dezembro
Apanho a pequena flor e lhe dou um beijo...
São tantas estas lembranças, de nada,
Não lembro.
Será que fui eu primeiro?
Vejo sete castigos de espera
Depois te beijo
Será que foi novembro, dezembro
Barba feita, e atrasado
Parto para ver-te no Natal
Tinha feito muitas malas
Ia viajar pra longe
Mas fiquei por aqui mesmo
Depois te beijo
Será que foi novembro, dezembro
Tantas luas se passaram,
Tantos medos
Escorreram-me por entre os dedos
Nem eu mesmo sei
Se te olho,
E te prendo novembro, dezembro
Ou se fecho os olhos e te beijo.
Apanho a pequena flor e lhe dou um beijo...
São tantas estas lembranças, de nada,
Não lembro.
Será que fui eu primeiro?
Vejo sete castigos de espera
Depois te beijo
Será que foi novembro, dezembro
Barba feita, e atrasado
Parto para ver-te no Natal
Tinha feito muitas malas
Ia viajar pra longe
Mas fiquei por aqui mesmo
Depois te beijo
Será que foi novembro, dezembro
Tantas luas se passaram,
Tantos medos
Escorreram-me por entre os dedos
Nem eu mesmo sei
Se te olho,
E te prendo novembro, dezembro
Ou se fecho os olhos e te beijo.
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