Não devo me sentir culpado em fazer as coisas das quais gosto.
Devo seguir, às vezes sem compromisso,
Observando borboletas e desenhos na parede - talvez pássaros
Eles podem voar
E entendem de flores
E quem sabe um dia eu mesmo entenderei?
Assim não terei aquele sentimento:
“ah, poderia ter viajado nas férias”
O mais longe e necessário
Está onde nunca alcançarei
E isto é um fato.
Penso que dormir não é deixar de viver
Quando adoro estar entre os lençóis
Talvez deixar de viver seja refletir demais,
Procurar demais,
Chorar demais.
Talvez deixar de viver
Seja prolongar demais uma poesia,
Que poderia terminar com um simples ponto:
Pronto.
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