A boca não diz
Nem a mão escreve:
Mas sabe da vida
A pluma,
Tão leve!
Palpita feliz
Nos lábios da tarde.
E nos braços da brisa,
Adormece.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
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"E o poeta preexiste, entre a luz e o sem nome." Hilda Hilst.
Um comentário:
"Feliz"!!!!
Que delícia o teu poema.
Leve. Traduzível (se fosse possível) na leveza que é você.
Seu poema é lindo.
Curto: um sorriso de contentamento.
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