Não preciso de mais nada pra desejar-te impossível
Na janela fechada de teus possíveis olhos
desejo-te indisponível.
Na tua sombra
Ora orvalho, ora flor
Que há o medo do nunca mais
De não precisar mais de tanto mar
Nem de morrer de tanto pouco amor.

Nenhum comentário:
Postar um comentário