sexta-feira, 4 de maio de 2012

Profecia


E do amor ressurreto
Renascerão também fé e esperança
E delas aqueles olhos
Dos quais nenhuma luz escapa
E nos quais eu não cansarei de mergulhar

Não há religião tão grandiosa
Quanto a que dedico estes versos.
No futuro, um amor maior
Do que um tranquilo e provisório universo
Destas cinzas nascerá
Ainda que seja outono, tão tarde.
Ainda que seja velho
De tão longe e, mais bonito.

Um comentário:

Ana Célia Dias disse...

Afffeee! Pra quem já tá tão "sufridi"!!
Mas também, o que é um dedinho pra quem já levou um palmo?
Cheirim