Não consigo fingir
O olho antigo
O olho que ama
Este que é muito mais velho que a história das estrelas
Porque quando olho
É pra sempre.
Quando vejo e pouso
Nada mais em mim resiste
A não ser a falta de esperança
Sol,
Sou janela.
Mas preciso me transformar
Naquele que parte e que deixa um bilhete
Volto logo, volto já.

Um comentário:
Oxi, oxi, oxi, oxi...
Cadê as poesias que estavam aqui?
Preguiça tem limite Saulo.
Volte logo! Nós os corações sofridos, reivindicamos!
Cuida criatura!
Cheiro no ôi!
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