Um dia a senhora Curiosidade baterá à tua porta e dirá:
O que vais fazer esta noite?
E abrirá o manto de possibilidades
Todas já um pouco descoloridas pela espera.
E na tua sala, um relicário, um santuário
Uma procissão de perguntas
Por onde andas e o que fazes
Velas acesas, orações suprimidas
Quase uníssonas em conformismo e saudade
Joelho postos, eu rezando
À estrela primeira de meus dias
Aquela que sempre me guiou sempre adiante
O ontem eu já expiei,
Devoto.
Prefiro o horizonte
Sei que vou ficando mais velho
Contudo se olhares bem dentro de meus olhos,
Verás brincando em um canto
Alheia a qualquer tipo de dor
A alma de um menino.
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Um comentário:
Pela caridade!
Você é um irresponsável Saulo!
Escrever desse jeito e ter a pretensão de sair impune!
Cheiro! E passa lá no meu blog!
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