quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ensaio

Em cima do muro, uma velha coruja.
Nem sei por que saio
Quase nu
Nesta noite escura
Pra quê, pra quê,
Se a vida é tão dura?

A noite cresce, quase sem esperança
Pra quê musica, pra quê,
Se não há motivo nem dança?
Os olhos insistem, presos na alma da infância
Talvez tenha gosto de saudade,
Talvez tenham pés descalços,
Igual criança...
No balanço onde a vida pende
Ora descrente,
Ora sorri,
E balança.

4 comentários:

Alline Darllana Bezerra Medeiros disse...

Puta que Pariu Saulo, faz isso com a gente não gato extraordinário das propagandas, tenho que admitir, vai escrever bem assim lá na casa de ....

Anônimo disse...

Meu amor nunca vai descançar e vai sempre sonhar em balançar em seus braços.

Ana Duarte disse...

Saulo quando escrever avise né! rsrs. Lindo é pouco! Suas palavras entram como espada de dois gumes partindo o coração e invadindo a alma dos amantes. Big beijo

Ana Célia Dias disse...

Olá!
Quando eu precisar ficar beeeem sofrida eu passo por aqui. No momento não careço não. Mas falta vergonha na cara e eu num arresisti!
Miséra pra escrever bem! Infili!
Cheiro no ôi! (com circunflexo pra não fazer merxandaizi de operadora de celular!