São flores, são flores, são flores
O desenho de outras vidas
Nas nervuras quietas de tua boca,
Não era jardim o antigo ontem, não era não
O antigo amigo, o velho amante
Não era?
E se não fosse?
E se não era, no muro
A primavera, o calor da noite
A hera na santa,
O cheiro da erva
A água da fonte?
Se era! Se era...
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
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Um comentário:
São flores, são flores amigo...
Mas claro que tem que ter um espinhozinho aqui e acolá!
Esses teus textos são bons não: a muléstia!
Cheiro no oi!
Crelly!
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