Em tudo de mim reside este Tempo Antigo,
Até mesmo nas horas futuras,
Quase possíveis de prevê-lo.
Tempo transeunte
Que se mistura à poeira etérea
Dos sonhos que já não lembro.
Tempo este que talvez nunca irei vivê-lo.
Mas ardo nos contornos de seus perfeitos dedos
E não nos ponteiros ultrapassados dos relógios.
Pois assim além das horas,
Já livre dos medos, finalmente o tenho.
O Tempo além da natureza
Livre e desperto de qualquer anseio
O Tempo recém-nascido,
O oposto do desespero.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
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